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Este piso é consagrado às tradições e artes dos pescadores de Macau e de outras regiões do Sul da China. Nos diferentes expositores podem ser vistos modelos de embarcações, representações de diferentes artes de pesca, trajes, utensílios utilizados nos estaleiros, entre outros objectos. Faz-se ainda referência às festividades específicas desta comunidade. |
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A exposição surge apresentada de uma forma viva: através da apresentação constante de vídeos que documentam diferentes artes de pesca bem como o processo artesanal de construção naval; através de um diorama dos peixes e pesqueiros onde se encontra assinalada a localização das diferentes espécies existentes nas águas circundantes; e através de um "teatrinho" com quatro cenas móveis que pretende retratar a lenda da deusa Á-Mà. |
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Os visitantes podem ainda ver peças de valor histórico, como por exemplo um modelo de um Barco-Dragão construído a partir de um osso de baleia. Este objecto foi preservado num templo local como relíquia sagrada e gentilmente oferecido ao Museu em 1990. |
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No mezanino encontra-se um expositor com 10 modelos de embarcações tradicionais portuguesas. Existe um sistema multi-media instalado, através do qual se pode obter mais informações de cada modelo. Além disso, neste andar pode-se apreciar um modelo do majestoso navio-escola “SAGRES”, que foi manufacturado nas oficinas deste Museu com uma escala reduzida. |
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Área de exposição que foca diversos aspectos da história marítima portuguesa e chinesa envolvendo o período que vai do séc.XV ao séc.XVII. |
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Aqui estão representadas as Descobertas sob a forma de modelos de Caravelas, Naus e instrumentos de apoio à navegação, complementados por sistemas quadros electrónicos das rotas seguidas. |
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Também neste espaço se pode encontrar um modelo exemplar de uma Nau do Trato que realizou, entre outras, as viagens comerciais entre Macau e o Japão e uma réplica de um Biombo Namban. |
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No último piso a exposição abrange sobretudo as áreas da tecnologia e transporte marítimo, dragagens e navegação. Pela sua importância de apoio à navegação destacamos uma maqueta do Farol da Guia, o primeiro farol a ser erigido nas costas do mar do Sul da China, e que até ao presente continua a ser de extremo auxílio para guiar os navios no seu acesso a Macau. |
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Não menos importante é a exposição de diversos instrumentos náuticos do séc.XVIII ao séc.XX, nela constando octantes, óculos, réguas, bússolas e diversos sextantes. Também nesta área houve o cuidado de tornar mais aliciante a explicação ao visitante. Tendo-se dotado o expositor dedicado às marés, ventos e profundidade da água de um quadro electrónico que permite visualizar a utilização de um marégrafo e de uma sonda. |
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Existe ainda, uma maqueta com um sistema de bóias e faróis no canal de navegação de Macau o que permite uma visualização nocturna do mesmo, activando com pequenas luzes as diversas sinalizações. Neste piso foi construida uma abóbada celeste representando o hemisfério norte. A navegação astronómica foi e é ainda um importante auxiliar dos navegantes. Através de um sistema manual o visitante poderá encontrar as diversas constelações, incluindo as do seu próprio signo. |
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O museu possui ainda uma galeria com quatro aquários, cada um pretendendo representar um meio subaquático distinto e onde se podem observar diferentes espécies de peixes.
O primeiro aquário é o único de água-doce, representando o leito de um rio. O segundo pretende evocar as águas de um porto. O terceiro um recife de corais, e por último, o quarto, reconstitui o cenário de uma zona de águas profundas onde repousam os despojos de um navio naufragado. Por razões que se prendem com a preservação do meio-ambiente o museu optou por realizar todos estes cenários em fibra de vidro. Também nesta galeria existe uma área de Exposição dedicada à Malacologia onde se poderão observar conchas provenientes de diversas partes do mundo.
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